15 de janeiro de 2010

Ótica Feminina

E é claro a maluquice não tem fim, porque eu resolvi que deveria ler mais autrores portugueses da época para melhor me ambientar. Viajar para Lisboa também é uma excelente opção, mas para começar eu resolvi ler Jane Austen.

Ela é inglesa, né, tem tudo a ver, afinal Portugal e Inglaterra eram amigos... mas vá lá, talvez eu queira trazer para o livro um pouco da história de emancipação das mulheres. Na minha estória, ou pelo menos ate agora, nenhuma mulher vai sair de Portugal e vir para o Brasil. Mas pode ser uma opção... afinal a Pincesa Leopoldina e depois a Maria Amélia não se meteream num barco e vieram para o Brasil casar com o destrambelhado do D. Pedro? Falo isto porque o cara era animado.

Estou terminando de ler 1808-1834 As Maluquices do Imperador e as estórias são hilárias... Como dizem por aí, o cara é sem noção.

Voltando ao assunto, não deve ter nenhuma mulher portuguesa vindo ao Brasil, nem sei com traçar um paralelo entre costumes sociais entre Portugal e Brasil em 1800, mas o gancho de falar sob uma ótica feminina me parece excelente. Quando comecei a pensar na estória, Ataíde era o herói e Isabel apenas uma menina, mas agora com o que eu bolei no desenrolar da trama, e pensando muito bem, acho mesmo que Isabel é a heroína. Então, tá combinado, vai ser um livro sob a ótica feminina.

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